A Igreja se seculariza quando reduz a fé à medida humana

Cardeal Robert Sarah adverte: a secularização entra na igreja quando deixa de propor uma fé fundada na revelação de Cristo para reduzi-la às exigências e à mentalidade do homem moderno.

Viver a difícil liberdade

Nestes nossos dias muito se fala de liberdade, seja de expressão, de opinião, sexual, afetiva ou financeira.

Sobre os Felizes

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Namoro: escola de aprendizados felizes, apesar dos desafios

Partilhar a vida a dois é um anseio do coração humano, uma vocação, uma vivência que passa por muitas experiências de aprendizado...

2017-05-30

Convenção Shalom 35 anos: PROGRAMAÇÃO DOS CONVIDADOS



Por Angela Barroso

Estamos em contagem regressiva! Faltam 100 dias para a Convenção Shalom, que acontece de 03 a 09 de setembro em Roma. A programação já conta com a presença confirmada de vários convidados especiais para cada dia do evento, que compartilharão conosco as bênçãos e as alegrias deste momento inesquecível.

Confira:

Domingo,03 de setembro – Missa de abertura, com Monsenhor Rino Fisichella,  arcebispo, teólogo italiano e Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização no Vaticano.

Segunda, 04 de setembro – Encontro com o Santo Padre, o Papa Francisco. Missa de abertura do Congresso Internacional de Jovens Shalom com o Cardeal Dom Claudio Hummes, Prefeito Emérito da Congregação para o Clero. Presidente do Conselho Internacional de Catequese

Terça, 5 de setembro – Santa Missa no Congresso Internacional de Jovens Shalom, com Cardeal Kevin Farrell, Prefeito do Dicastério para os Leigos, a família e a vida

Quinta, 7 de setembro –  Dia da Misericórdia, com o Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa que estará com toda a Comunidade em Assis

Sexta, 8 de setembro –  Santa Missa, Dia Mariano com Cardeal Rylko, Arcipreste da Basílica de Santa Maria Maior e Presidente Emérito do Pontifício Conselho para os Leigos. 

Sábado, 9 de setembro – Dia dedicado à pessoa do Espírito Santo, com pregação de Padre Daniel –Ange, fundador da escola de evangelização Jeneusse-Lumière e escritor. A Convenção encerra com Santa Missa presidida pelo Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos, em ação de graças pelos 35 anos da Comunidade e envio missionário.

Você não pode ficar de fora, garanta logo sua presença pelo site www.comshalom.org/35anos, e escolha o seu pacote que te levará a viver com a Igreja esse tempo de graça. Só faltam 100 dias!

Fonte: comshalom.org / 25 de maio de 2017

2017-05-29

Dia Mundial das Comunicações Sociais 2017: “A Igreja também tem que ser uma voz presente na vida da sociedade”

Neste domingo (28), Ascensão do Senhor, foi celebrado também o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Com o tema “Comunicar esperança e confiança no nosso tempo”, o papa Francisco propõe um estilo “aberto e criativo” para comunicar esperança. Na mensagem, divulgada pelo pontífice pela ocasião do 51º Dia Mundial das Comunicações, ele encoraja todos que trabalham na área para a comunicar de modo construtivo, ou seja, rejeitando preconceitos e promovendo uma cultura do encontro. O texto sempre se torna público no dia de São Francisco de Sales, patrono dos escritores e jornalistas, celebrado em 24 de janeiro.


Para celebrar esta data importante para a comunicação, o portal da CNBB entrevistou o jornalista presidente da Signis Brasil, frei João Carlos Romanini sobre o trabalho da Igreja nos meios de comunicação. A associação Signis é órgão reconhecido pela Santa Sé que reúne associais nacionais de meios de comunicação da Igreja em mais de 100 países.

Arquivo Pessoal
No bate papo, frei Romanini falou da importância dos meios de comunicação da Igreja Católica, em especial no Brasil.

“A igreja também tem que ser uma voz presente na vida da sociedade, por isso, a Igreja no Brasil está configurada com vários veículos de comunicação. Temos várias emissoras de TV, de rádio, muitos impressos, revistas, jornais e uma série de portais. Então, a Igreja tem que ter este espaço, ela tem que se ruma voz ativa, principalmente, neste ano em que celebramos o 51º Dia Mundial das Comunicações com o tema ’Comunicar esperança e confiança no nosso tempo’. Acredito que os veículos de comunicação da igreja têm que ter esse papel, numa sociedade onde os valores estão em objetos e em coisas, nós temos que semear a esperança. Por isso, que a comunicação está configurada desta forma no Brasil, para ser uma voz de esperança na vida da Igreja”, afirmou Romanini.

Qual tipo de transformação esses meios de comunicação católicos proporcionam para as comunidades, especialmente no rádio?

Como a informação é imediata, o rádio tem um papel primordial de aproximar pessoas e levar as pessoas a determinados locais, por exemplo. Na vida da Igreja, o rádio tem esse papel de mostrar que a Igreja está articulada, que tem eventos, muitas atividades e a voz do sacerdote local, da paróquia, das pastorais, elas são uma força viva nas comunidades. E o rádio tem o papel de mostrar essa força da Igreja no local, junto com outras forças, ele é primordial para a transformação e aproximação das pessoas. A rádio local tem esse papel de fazer com que as pessoas das comunidades tenham esperança.

A evangelização através dos meios de comunicação muda a realidade de uma comunidade local?

É muito importante que os veículos façam com que as pessoas discutam determinadas pautas que são relevantes à vida humana. Por exemplo, participação política, organização das comunidades locais, discussão de problemas nacionais. O veículo católico tem que provocar essas discussões para transformar a vida local. O meio de comunicação não é um transformador, mas ele sugere assuntos que a comunidade pode discutir e partir da sua organização ele vai sendo um canal e contribuindo para a mudança da realidade local.

E como esses meios de comunicação estão organizados no Brasil?

Muitas dioceses, congregações, ordens religiosas possuem veículos de comunicação e todos eles, sejam confessionais ou comerciais, seguem as diretrizes da Igreja do Brasil e, principalmente, do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, produzido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Documento 99 da CNBB, que orienta a organização da comunicação da Igreja do Brasil. Atualmente, a Signis Brasil, que é uma associação católica de comunicação, busca discutir e tentar organizar as comunicações na Igreja. Por exemplo, a organização de grupo de emissoras de televisão para que todos tenham um mesmo discurso, uma mesma narrativa dessa informação da Igreja. Além das emissoras de TV, a Signis Brasil em parceria com a Rede Católica de Rádio tem mais de 300 emissoras espalhadas no Brasil. Temos entre 10 e 12 redes regionais de rádios católicas que seguem a orientação de comunicação do documento da CNBB. Temos também uma rede nacional de impressos com 11 veículos entre revistas e jornais organizados em forma de rede que trabalham em pautas conjuntas. Sem falar nas editoras e na produção independente que seguem as mesmas diretrizes na produção da informação. A Signis Brasil também está pensando nesse olhar da produção de conteúdo. Queremos começar a discutir, dialogar com as universidades, com cursos de jornalismo, para que essas faculdades e universidades possam colocar no mercado profissionais que tenham esse olhar ético cristão e que sejam também semeadores de esperança.

Diretório

Fonte: CNBB
O Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, produzido pela Comissão Episcopal para a Comunicação da CNBB está disponível no site da Edições CNBB. O Documento 99 da CNBB é composto por 189 páginas, distribuídas em 10 capítulos, contendo critérios de ações evangelizadoras, orientações, referências comunicacionais, além de um pequeno glossário.
Destinado a todos os envolvidos com a comunicação eclesial, o documento tem como objetivo motivar a Igreja a uma reflexão sobre a natureza e a importância da comunicação para a vida da comunidade eclesial, nas relações entre seus membros, nos processos de evangelização e no diálogo com a sociedade. De acordo com informações do Vaticano, só existem dois diretórios de comunicação eclesial no mundo: um na Itália e o do o Brasil. (Arte capa: Edições CNBB/Sávio Gerardo)


Fonte: Arquidiocese de Fortaleza / Pascom - 29/05/2017  - 

A Igreja se seculariza quando reduz a fé à medida humana

Cardeal Robert Sarah / Foto: Sabrina Fusco (ACI Prensa)

O Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Robert Sarah, advertiu que a secularização entra na igreja quando deixa de propor uma fé fundada na revelação de Cristo para reduzi-la às exigências e à mentalidade do homem moderno.

A autoridade vaticana fez esta advertência durante a apresentação da edição alemã do seu livro “A força do Silêncio”, em Roma (Itália), em 25 de maio.

“Não é um mistério – e digo com grande sofrimento –, que o nosso mundo moderno na realidade vive um afastamento prático de Deus”, expressou o Purpurado ao refletir sobre a importância do silêncio como um meio de se aproximar do Senhor.

Existe um ambiente cultural, afirmou, “onde sistematicamente evitam ficar sozinhos e olhar para dentro de si. O barulho, a fofoca e as tecnologias ocultam o vazio de um homem que já não sabe o que é viver”.

“Mas ainda mais doloroso para mim é constatar como essa superficialidade, esta impiedade injuriosa com Deus e com o ser humano também entrou na Igreja” e que a liturgia – a que o Concílio Vaticano II chamou de “fonte e ápice da vida cristã” – é a “que mais sofre pela redução secularista que também ocorre dentro da Igreja”, expressou.

O Cardeal Sarah expressou: “Às vezes tenho a impressão de que esta secularização também entrou na Igreja e consiste exatamente em reduzir a fé à medida humana. Em vez de abrir o homem à iniciativa de Deus, que é inesperada, detonante, libertadora, acredita-se que o homem de hoje pode acreditar melhor se lhe oferecemos uma fé que não se baseia tanto na revelação de Cristo e na tradição da Igreja, mas sobre as exigências do homem moderno, sobre as suas possibilidades e mentalidades”.

“Escutamos falar sobre a fé, a vida eterna, a comunhão com Cristo, do pecado como uma ruptura e rebelião contra Deus em nossas homilias?”, questionou. Ou, “de repente, tentam cancelar todos estes gestos que não parecem ‘compreensíveis’ para o homem de hoje, substituindo-os por um rio de palavras que transformam as nossas celebrações eucarísticas em grandes espetáculos, em cujo centro há um homem fechado em seus problemas e em seus critérios”, indicou.

Em seguida, o Cardeal Sarah assinalou que o silêncio não é um fim em si mesmo, “mas um silêncio no qual Deus pode falar e ser ouvido. A prioridade de Deus, a centralidade de Deus, a adoração de Deus e a santificação do homem são o coração e a substância da liturgia cristã”.

Nesse sentido, assinalou que o desafio do silêncio é um grande desafio porque “nos leva ao verdadeiro significado da existência humana: a relação do homem com Deus e, talvez, melhor ainda: a relação de Deus com o homem”.

O silêncio, afirmou, é uma condição necessária porque “cria um ambiente que torna possível acolher a Encarnação”. Como diz “Bento XVI em sua introdução, Jesus é silêncio e palavra, e a Igreja em suas expressões é silêncio e palavra que se fecundam reciprocamente”.

Em seu discurso, a autoridade vaticana também assinalou que “a questão da inculturação não é principalmente a questão de como podemos tornar a liturgia mais africana, mais asiática ou mais aborígene. O Divino irrompe no humano, não para se acorrentar pelo humano, mas para abri-lo, purificá-la, liberá-lo, transformá-lo, divinizá-lo. Muitas vezes, tenho a impressão de que nos ocupamos mais de como tornar a liturgia mais ‘adaptada’, do que de oferecer toda a sua riqueza”.

“Não podemos aprisionar o divino em categorias humanas”, insistiu o Cardeal Sarah.
“O silêncio é o clima interior, a atitude interior, a disponibilidade interior”, que “torna fecunda a palavra da Igreja”, afirmou.

Nesse sentido, a autoridade vaticana disse que a uma igreja que está em perigo de se empobrecer, pois se fecha em julgamentos puramente humanos, “indico, com grande humildade, o caminho do silêncio para que todos os fiéis, mas também cada comunidade celebrante, se abra a iniciativa de Deus e acolha toda a graça que vem Dele”.

Fonte: ACI Prensa - VATICANO, 29  de maio de 2017 .

Especialista analisa evolução histórica do lobby gay e sua ligação com a esquerda

Nicolás Márquez / Crédito: ACI Prensa

Por Diego López Marina

Depois de uma exitosa turnê na América do Sul que serviu para desmascarar a ideologia de gênero, o politólogo e escritor Nicolás Márquez assegurou que esta ideologia não só acontece dentro do feminismo radical, mas é ao mesmo tempo acompanhada por uma “corrente militante homossexual”.
“As correntes militantes homossexuais fazem parte dos movimentos de ideologia de gênero. Por isso são chamados de movimentos LGTBI, ou seja, há um ramo de diferentes grupos que se unem nas marchas com os objetivos comuns”, assegurou ao Grupo ACI o coautor, junto com Agustín Laje, do bestseller da Amazon “O Livro Negro da Nova Esquerda”.

Acrescentou que esses movimentos “sofreram a mesma metamorfose” que o feminismo até serem absorvidos pela ideologia de gênero, mas, ao contrário deste, somente “teve duas etapas” diferenciadas.

“Uma é integracionista, ou seja, tenta se integrar na vida civil e política. Por exemplo, durante a ditadura de Perón, na Argentina, os homossexuais não podiam votar, o que é uma injustiça. Portanto, reclamar pelos direitos legítimos é um ato que não pode estar em discordância”, assegurou.

Por outro lado, Márquez indicou que a segunda etapa deixa de ser de integração e “se torna uma etapa de imposição, de pretensão, de equiparação com direitos que não lhes corresponde pelo comportamento ao qual eles estão orientados”, por exemplo, o casamento gay.

Márquez destacou que dentro do lobby gay existem “pessoas com más e com boas intenções”, mas que estes sempre estão “guiados por habilidosos manipuladores que os levam às marchas e os induzem a uma ideologia”.

O politólogo assegurou que o novo movimento político de esquerda ou “neomarxismo”, ao ficar sem clientes e sem trabalhadores para fazer uma revolução, advertiu que precisava de “novos agentes de conflito, pessoas insatisfeitas de si, desorientadas, como um terreno fértil para a sua causa”.
“O indivíduo homossexual é alguém a quem se deve ajudar e tentar compreender como um primeiro passo. Porque não deve ser fácil ser homossexual, ter uma tendência contrária ao nosso corpo, ao nosso projeto e aos fins naturais do homem. Merecem ser tratados com a mesma dignidade que um heterossexual”, destacou.

Márquez disse que aquele conflito que um homossexual tem dentro de si, de estar “inconformado com o projeto antropológico, psicológico ou biológico” com o qual nasceu, gera “insegurança, depressão ou angústia”, que é muito bem aproveitado pelo setor político de esquerda.

“O que a esquerda faz? Diz que eles não têm nenhum tipo de problema, além disso, diz que todo desconforto que sofrem é culpa de uma igreja que pretendeu modelá-los, de um sistema que os reconhece como um ser reprodutivo e que existe um dispositivo que procura gerar patologia e culpa neles”, afirmou.

“Com este discurso, a esquerda consegue aliviar o conflito que há dentro deles, além de projetar toda a sua catarse em um inimigo exterior inventado, fabricado, ao qual laçar toda a sua fúria”.

O escritor acrescentou que, “institucionalmente na vida da comunidade política, uma mulher ou um homossexual, pode seguir em frente com seu plano de vida” sem problemas.

“Isso só acontece na civilização ocidental e cristã. Não podem seguir em frente com o seu plano de vida nem em um sistema comunista, obviamente porque a mulher tem um papel relegado e o homossexual é preso em campos de concentração brutais, trabalho ou extermínio, e muito menos nas teocracias vigentes no Oriente Médio. Então, acontece o paradoxo que nesses ambientes conflitivos abominam o sistema que lhes dá uma plenitude de vida como nenhum outro sistema vigente ou conhecido”, assegurou Márquez.

Por esta razão, o autor assinalou a contradição de “poder atentar contra uma igreja, mas não contra uma mesquita ou uma sede do Partido Comunista”.

“Ao contrário, o Partido Comunista os acompanha com bandeiras da foice e o martelo ou do Che Guevara nestas manifestações barulhentas para atentar contra o sistema que lhes dá mais liberdade”, destacou.

Fonte: ACI Digital  - (Lima, 26 Mai. 17) 

2017-01-04

Dicas de felicidade


Independente da situação em que sua família se enquadre, o perdão deve ser a base de tudo

1) No amor (a dois): Infelizmente muitos estão desacreditados do amor verdadeiro e perene. Uma confusão contínua se faz entre o fogo ardente e inflamado da paixão, com a chama tênue, mas contínua da cumplicidade, carinho e afeto. A felicidade e a durabilidade de um verdadeiro amor requerem algumas atitudes e posturas concretas:
- Continuamente buscar reinventar os “cortejos” da atração.
- Saber manter e respeitar o limite do outro na sua individualidade. Lembrar sempre que a carência e o ciúme são problemas de quem os sente e tais sentimentos precisam ser curados na oração e com a ajuda de bons profissionais.
- Rezar e colocar, na presença de Deus, as fases difíceis do amor, desilusões e frustrações, insucessos e conflitos.

2) Em família: O conceito de família mudou muito. Mas, independente da situação em que sua família se enquadre, o perdão deve ser a base de tudo. Sempre o desaforo de um familiar machucará mais do que o de um estranho; por isso, o perdão se torna sempre mais difícil. Nunca se espera ser ferido por alguém de quem esperamos ser amados e protegidos. Exercite o perdão, demonstre o perdão, ao menos a vontade de perdoar.
- Faça dos raros momentos em casa momentos alegres e descontraídos. Ria de seus fiascos e seja discreto quando se trata dos de outrem.
- Não tenha medo de, no diálogo, impor limites aos filhos. Quem ama educa. Quem educa também tem de dizer “não”.

3) No trabalho: por mais árdua que seja a sua jornada de trabalho ou, por vezes, desagradável, lembre-se de que a maior parte de seu dia, do seu mês e da sua vida você passará neste ambiente. Portanto, transforme-o num ambiente saudável e de paz.
- Cultive a felicidade mesmo diante da promoção de seu colega de trabalho sem permitir que a inveja o envenene. Como? Confiando em Deus que outra “porta melhor lhe será aberta”.
- Quando deparar com inimizades explícitas, proteja-se na oração e peça discernimento do Espírito Santo para tomar consciência da razão de tal inimizade. A reconciliação sempre é a melhor solução.
- Não destile os desafetos, problemas e conflitos no caminho de volta para casa.

4) Na fé: Quando se trata de enfrentar as turbulências da vida, gosto de citar um dito popular: “Viver com Deus já é difícil; sem Deus, é impossível”.
- Há muitos que dizem não acreditar em Deus, quando na verdade, não acreditam é em denominações religiosas. Não que eu concorde com esta forma de pensar, porém, pode ser uma maneira de entender o pseudoateísmo e propor um recomeço na experiência de Deus.
- Tenha tolerância para com todas as religiões, mas seja firme na sua. Quem segue muitos não vivencia nenhuma.
- Deus está muito mais perto do que você pode imaginar.

Padre Reginaldo Manzotti
aimprensa@evangelizarepreciso.com.br
Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR)

Fonte: Jornal O Povo (Opinião), ESPIRITUALIDADE,  02/01/2017 – Fortaleza-CE.