Quem é fiel permanece, não abandona!

Escrito Por Antonio Marcos na sexta-feira, junho 11, 2010 Sem Comentários

Neste dia, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, através da celebração da Santa Missa na Catedral de Fortaleza, deu-se o encerramento do Ano Sacerdotal, proclamado a exato um ano atrás pelo Papa Bento XVI. Sem dúvida, em todas as dioceses do Brasil e do mundo a Eucaristia foi celebrada nesta intenção. Um dia de ação de graças e oração por todos os sacerdotes.

O Arcebispo de Fortaleza falou-nos de modo muito feliz por todas as graças derramadas por Deus aos sacerdotes e a todo o Povo de Deus, através da vivência do ano sacerdotal. O sacerdócio foi pensado, idealizado e realizado a partir do Coração de Jesus. Jesus é assim a fonte da fidelidade do amor e, como consequência, n’Ele está a garantia da fidelidade da Igreja e do sacerdote. O sacerdócio não poderia nascer de outro lugar se não do coração de Jesus, como assim afirmava aquele que é o padroeiro de todos os párocos, o pai de todos os sacerdotes, Pe. Cura d’Ars. “O sacerdócio é o amor do coração de Jesus”. Por isso é que toda a Igreja dar graças a Deus pelo ano sacerdotal e, de forma especial, por este dia. Deus é fiel e quem é fiel permanece, não abandona, dizia-nos Dom José Antônio.

As coisas sagradas são muito profundas, daí que a Igreja valoriza muito a graça de termos recebido o dom do sacerdócio. No entanto, jamais esquecemos – como afirma o apóstolo Paulo – que levamos este dom em vasos de barro. Poderíamos dizer que, como aconteceu conosco, assim também com a pessoa do sacerdote: nossas misérias atraíram a misericórdia de Deus. Reconheçamos, pois, a grande condescendência de Deus.

O dia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus é muito significativo para a Igreja, visto que o Coração de Jesus traspassado foi o último drama do Filho de Deus. Jesus desceu à nossa baixeza para nos erguer à grandeza de Sua dignidade. Portanto, voltemos ao primeiro amor, e este contínuo retorno nos fará sempre recordar que somos pecadores e necessitamos cada dia da Sua misericórdia, concluiu nosso querido arcebispo, Dom José Antônio.

Antonio Marcos